Eu Te Amo, Papai

(61 avaliações de clientes)

Original price was: R$51,00.Current price is: R$40,38.

Autor(a): Paulinho Dhi Andrade
Saiba mais sobre o(a) autor(a): uiclap.bio/paulinhodhiandrade

Prazo de produção: até 7 dias úteis

Sinopse

Mesmo depois de seu pai ter perdido a fé em Deus e caído no submundo do crime, Thainan faz de tudo para que ele volte a ter a fé que perdera. O que será que ela faz para tentar mudar a forma de seu pai pensar a respeito da vida?
O livro conta a saga de uma menina que desde 1775 vem reencarnando no intuito de cumprir sua missão. Qual seria essa missão? Thainan teria que convencer seu pai a voltar a acreditar em Deus. Será que ela conseguirá?
EU TE AMO, PAPAI, é uma história que fala de amor, perdão e o valor da amizade sincera.
Uma história de amor e superação baseada na vida do autor.

Informações adicionais

Peso 0,28259 kg
Dimensões 14 × 22 × 1,23 cm
Nº Páginas

226

Capa

Brilho, COM orelha

Data da Publicação

06/04/2023

Impressão

Preto e Branco (Papel Offset)

Tamanho

Editora

Autor(a)

Faixa Etária Recomendada

SEM CLASSIFICAÇÃO

Ranking

61 avaliações para Eu Te Amo, Papai

  1. silmara de jesus

    Um livro maravilhoso que mostra que o amor e a maldade transcende gerações, e que as consequências dos nossos atos são maiores do que a gente imagina, faz repensarmos valores, dou cinco estrelas porque não tem dez.

  2. Sidney Bomfim (comprador verificado)

    A narrativa faz com que possamos ler com tamanho envolvimento e provoca reflexões sobre nossas ações. O escritor nos convida a mergulhar junto com os personagens… uma escrita refinada e acessível. A história me comoveu, mesmo não sendo religioso, a religiosidade da narrativa me fez bem. Parabéns ao autor. Recomendo.

  3. paula.bbomfim

    Um livro muito, leria de novo e quem me conhece sabe que não tenho o hábito de ler ou assistir por mais de uma vez.
    A maneira como ele escreve é única, cativante, envolvente demais e desperta uma curiosidade, uma empatia pelos personagens e não tem como não se apaixonar por essa aventura. Cinco estrelas e sucesso!!!!

  4. demetriogranado

    Um livro incrível e fica mais incrível quando você lembra que era para ser somente uma carta de despedida.
    Fiquei um pouco confuso no começo, mas lá na frente tudo faz sentido..
    Sempre digo que minha vida foi e é uma montanha russa de emoções, nunca foi monótona e depois de ler esse livro vi que o Paulinho viveu uma montanha russa muito maior que a minha.
    Identifiquei-me em algumas partes da historia, fui vizinho de bairro do Paulinho, meus pais foram enterrados no mesmo cemitério que o pai dele, sua viagem para Aparecida me fez reviver o dia em que resolvi fugir de casa, senti na pele tudo o que passou naquela viagem, as mesmas sensações, os mesmo erros de cálculos, as mesmas saudades e vontade de voltar.
    E que amizade linda essa relatada entre o autor e Thainan
    Recomendo muito a leitura, realmente muito, muito interessante.

  5. vania

    Ao comprar esse livro eu tinha apenas uma vaga ideia do que esperar dele, pois já tinha lido algumas resenhas sobre o mesmo. Mas não há resenha que possa transmitir o que o leitor vai encontrar em cada capítulo.

    É um livro que aborda assuntos relevantes como religião, drogas, fome, alcoolismo, violência doméstica, a fé e a falta dela. Mas também fala de amizade, empatia e o amor que pode vir de vidas passadas.

    Ai você pode pensar ” mas eu não acredito em vida após a morte, em reencarnação , não me interessa esse tipo de livro.”

    Porém caro leitor, o livro vai além de todo e qualquer sincretismo religioso, classe social ou gênero racial. É um livro que fala de amor, busca e superação.

    Amei ler cada linha, viajar no tempo junto com o autor e conhecer um pouco de sua história.
    Parabéns Paulinho Dhi Andrade 👏👏👏

  6. Paulinho Dhi Andrade

    O AUTOR EXPLICA COMO E PORQUÊ ESCREVEU O LIVRO: “EU TE AMO, PAPAI.”.

    Eu estava praticamente acabado, na cama, doente depressivamente… meses antes estive na casa de minha amiga Thainan, a protagonista do livro, era seu aniversário e por não ter um presente para dar a ela, ofereci-lhe a capa do próximo livro que escrevesse. Ela ficou muito contente, pois nem eu nem ela jamais tínhamos ouvido falar que alguém ganhara um presente assim. Na verdade, eu ainda não tinha planos para um novo livro, tudo dependeria se eu escrevesse algo um dia.

    Logo que adoeci quase ao extremo, coisas absurdas começaram a invadir minha mente. Meus pensamentos eram sombrios em relação a minha pessoa. Comecei a relembrar coisas ruins que havia feito na vida quando era jovem, nos caminhos tortos, nos sonhos não conquistados, nos problemas com meu emprego, tristeza que sempre dei à família, parentes que eu já nem visitava mais, amigos cuja imagem era a minha refletida num espelho, mentirosos, viciados, hipócritas… e meus filhos longe de mim.

    CONTINUE LENDO NO BLOG: DIÁRIO DOS ESCRITORES:
    https://diariodosescritores.blogspot.com/2015/10/imagens-do-1-lancamento-eu-te-amo.html

  7. Denis Nishimura

    Eu te amo Papai é uma obra que não dá para dissociar de seu autor. A forte influência de Cecília Meireles e Nietzsche pode ser sentida no tom simples, mas primoroso como o autor traça sua narrativa, muitas vezes de forma que exala ceticismo diante de conceitos religiosos pré-estabelecidos. Há um tom fortemente crítico e até depressivo, característica forte de sua escrita. Ao ler a obra em questão, percebi pela atribuição de nomes e situações, que há muito do autor, de suas experiências e de sua própria vida. Em determinados trechos, parece que a vida do próprio autor se mescla com o enredo, arrastando o leitor para dentro da trama. A obra, que tem em seu cerne uma narrativa que poderia ser facilmente classificada como livro espírita, abrange centenas de anos, onde as personagens centrais da trama atravessam o tempo numa sucessão de reencarnações, de expiações e reparações. A história é narrada por alguém que parece estar conversando com outro personagem e, a todo momento pede uma confirmação em tom inocente, quase infantil: “não é Papai?” O que ajuda a aliviar a dor que salta das páginas e atinge o leitor em cheio, alternando a narrativa com um tom terno e amoroso, dando-nos a entender que o amor entre as personagens é antigo, forte e profundo.

    Eu te amo Papai é um livro que mergulha o leitor e muitas reflexões e, mesmo para aqueles que torcem o nariz para livros espíritas, é uma leitura que vale super a pena, mas deve ser feita com a mente aberta.

    No meu Kindle, a diagramação apresentou alguns probleminhas, mas nada que estragasse a ótima experiência que tive ao ler essa história fantástica!!!

    Li, gostei e recomendo!!!

  8. Mari Ricomini

    Repleto de mistérios, recheado de aventuras…
    E você, voltaria ao passado pra salvar alguém?
    Então…
    Boraaa, realizar mais essa deslumbrante aventura?
    Adquira, já o seu!

  9. Adrieni LR

    Adorei o livro. Mostra o amor de uma de um filho por seu pai. Capaz de reencarnar e não perder o desejo de reencontrá-lo.
    Recomendó . 😉

  10. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    TRECHO DO CAPÍTULO 23. A promessa de um ateu.

    Seus pés já não estavam mais aguentando. A sede tomou conta de sua garganta, sem contar que o último sanduíche havia sido engolido à força devido seus lábios dificultarem muito os movimentos da boca na hora de mastigar.
    Dias antes de começar a caminhar rumo à Aparecida do Norte você havia memorizado o Pai Nosso e a Ave Maria. Num pequeno lapso de sanidade, papai, você começou a rezar naquele momento, devido à fome e a sede que secava sua garganta. Você rezava baixo, rezava alto, você gritava e cantava as orações. De repente, sentindo que as dores nos pés e nas costas diminuíam toda vez que cantava, então continuou cantando, gritando, rezando…
    Ah papai, suas lágrimas nem chegavam a encostarem o chão, elas evaporavam antes, pois sua alma fervia. Papai, papai…

    “–Como posso eu, corredor da São Silvestre, não estar conseguindo nem caminhar? Como posso eu, Deus, um ateu pagando promessa para curar uma dor de cabeça sendo que temos médicos que podem fazer isso? Mariííínhaaaaaa! Mãe de Deus respondaaaaaa!”

    Os carros buzinavam papai. Lançavam-lhes palavrões, garrafas pets, restos de alimentos e fumaça de escapamentos.
    “–Looooouuucooo, há, há, há… Fumou um baseado sozinho, né? Há, há, há… ”
    Eles riam, papai, riam muito de você.
    Devido à fraqueza que tomava conta de seu corpo, você acabou tropeçando em uma pedra e caiu de joelhos. O tombo que levou ali, papai, poderia ter-lhe quebrado os joelhos, mas a dor você só foi sentir bem depois quando sua alma esfriou.

    DOWNLOAD DO CAPÍTULO INTEIRO:
    https://drive.google.com/file/d/0B5EyOnWTN12GdWpZclF0dVdxNGFXc0NzdEV2ZXVQQnRmNXRv/view?resourcekey=0-_C2MT2de0sE_h_uQssQaUw

  11. rosemeire43bomfim (comprador verificado)

    Parabéns Paulinho.
    Adorei muito ter lido seu livro, uma história incrível.
    Na verdade eu não li, devorei. Em três dias finalizei a leitura.

  12. elen martins

    Paulinho, e seu modo particular de nós emocionar…Eu te amo, papai nos leva a pensar e repensar em nossas atitudes… Será mesmo que tudo que vivemos são e serão consequências de nossos atos???? Uma história cheia de aventuras, épocas distintas e amor, muito amor de uma filha que nunca desistiu de seu pai.
    O amor nunca teve religião… parabéns Paulinho!!!!!!

  13. Edir Bertuccelli Novo (comprador verificado)

    Eu não poderia esperar nada melhor pois conhecendo o talento do escritor só poderia esperar que nos trouxesse um livro com uma sensibilidade impar e muito envolvente do começo ao fim.
    É emocionante todas as aventuras com um ar de mistério que paira pelo ar independente de crença religiosa.
    Sensacional!

  14. Cristiane Morgado (Minuto do Direito)

    Paulinho, comprei seu livro e achei fantástico, indiquei aos meus amigos e eles também gostaram. Uma história incrível, cheia de mistérios ,e saber um pouco da sua história também foi ótimo. Li rápido e terei o prazer de reler em breve.
    Sucesso para você.

  15. Denis Nishimura

    Tem uma parte, em especial, que gostaria de citar… Capitulo 8, onde o avô e o neto se encontram diante de um rio. O garoto, cego, questiona se o rio corre para cima ou para baixo, mas a resposta é surpreendente. “O rio dá voltas”. Num diálogo profundamente filosófico, há uma forte alusão a todo o processo de renovação no Universo, onde todas as energias vão e voltam fluindo de maneira constante.

  16. Samir Karimo

    Já conheço este autor há muito tempo, e tudo o que escreve sigo com a máxima atenção, este livro surpreendeu-me e muito pela sua história, até fiquei emocionado no final, parabéns

  17. Luciana

    E nós que andamos tão carentes de verdades, de história e pessoas verídicas… vem você e despe a sua alma aqui… Sem palavras! Lembre-se sempre que tudo passa, a sua história é sobre isso… olhar para trás e ver o tanto de acontecimentos densos demais superou… vem superando! É para frente que se anda! Que possa cada vez mais angariar recursos internos para essa caminhada!

  18. Cristiane Oliveira

    Ótimo livro onde há um questionamento da vida e fé, além de mostrar a jornada do personagem principal sendo testado espiritualmente.
    Emocionante!

  19. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    No segundo semestre de 2022, o livro Eu Te Amo, Papai foi contemplado com o Edital de Múltiplas Linguagens da Secretaria Municipal de Cultura do Estado de São Paulo para a publicação de 200 exemplares, em braile, para serem doados às bibliotecas e escolas públicas da Região Leste de São Paulo no ano seguinte, 2023.
    A intenção do autor com essa iniciativa é de promover o acesso à literatura para deficientes visuais e de baixa visão.

  20. José Maria

    Mesmo não acreditando em vida após a morte, esse livro me fez refletir muito sobre a vida.

  21. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    SINOPSE: Por Eduardo Perrone.

    O Brasil é formado de “muitos pedaços de um Brasil”, que, segundo creio, tem apenas um lugar comum: Sua gente humilde. E esse Brasil, tão diverso, tem nessa gente a sua síntese mais real, histórica, religiosa e socialmente falando. O Brasil só pode ser contado, com precisão e imparcialidade por essas bocas, que neste livro exclamam: EU TE AMO PAPAI. Iniciando o seu relato, o livro inicia suas narrativas a partir da Sociedade Brasileira, dividida entre a inexata noção do que fora a escravatura, e a completa desorganização Social que a Abolição provocou nas classes sociais brasileiras.
    Ao longo da narrativa, personagens nascem, e se fundem à outros, num processo claro da filosofia que crê nas encarnações presumidas, formando um legado, onde a unidade familiar é a peça-mestra, e que se mantém coesa ao longo do tempo. No ano de 1968, em plena efervescência político-social de um país mergulhado nas trevas da Ditadura, o personagem central nasce. E, as dificuldades das pessoas mais humildes aumentavam exponencialmente, pois o país exigia custos cada vez maiores.
    Enquanto isso, nosso personagem crescia, pelas periferias da cidade, pela periferia da sociedade… E cresce, até encontrar o caminho mais cruel do definhamento: As drogas, lícitas e ilícitas.
    Logo, uma sucessão de fatos previsíveis tem início, numa espécie de Thriller Tupiniquim, onde furtos, roubos e vários outros ilícitos penais sustentam vícios, necessidades e esperanças. A vida seguia assim, sem rumo. Até que o destino – sempre ele – coloca nosso Quixote de encontro com duas formas de sensibilização humana: A Arte e a Religião. Uma puxando a outra, e ambas puxando-o para si. Uma reorganização pessoal iniciava, mas logo seria derrubada pelas facticidades que fazem, de toda gente humilde, um exemplo dos resultados do Sistema. E novamente o declínio, novamente a sarjeta. Mas… eu falava de gente humilde, não é? E da veracidade que as estórias, passadas de boca em boca, davam à História… Pois então… Nosso personagem se revela, na verdade, uma continuação de personagens pretéritos, que, em renascimentos sucessivos, firma um compromisso pessoal e familiar de sobrevivência e de narrativa. Para ele a morte é, apenas, um momento a ser passado. E o passado…é o presente repaginado…

    Eduardo Perrone:
    https://www.facebook.com/peperrone

  22. José Roberto de Souza

    Está todo mundo falando desse livro. Não vejo a hora de adquirir o meu. Segundo o próprio autor dizer ser ateu. Pelos comentários soube conduzir uma bela narrativa.

  23. poesias de poetas

    Apesar de ser um livro com tema espírita, ele fala mais de coisas de quem está vivo. E ainda por cima tem os capítulos onde é narrada a história do próprio autor que, supostamente, viveu na vida do crime, roubando, traficando e enfrentando a polícia e outros criminosos com tiros de revólveres.
    É uma história fascinante. Vale a pena ler e conferir.

  24. poesias de poetas

    A parte que mais gostei foi a do netinho perguntando ao avô se o rio subia ou descia, rsrsrs…

  25. jarbasantoniomaria

    Fiquei impressionado com o capítulo 33, UMA NOITE NO BAR. Os detalhes da movimentação dentro de um bar simples de periferia mostrando como realmente é. Sou morador periférico e frequentador de bares assim. A observação dos músculos moles do dono do bar fizeram eu rir muito ao lembrar um dos donos de bar aqui do bairro. A mulher sentada num botijão de gás e suas unhas com uma “doença comum” nas unhas, confesso que não entendi muito bem no começo e logo depois lembrei que minha avó teve uma doença nas unhas, unheiro, que secava as unhas as deixando com uma cor amarronzada ou cinza escura. Visualizei as pessoas dentro do bar, cantores, faladores e até mesmo os espíritos que fazem parte da cena. Ouvi dizer que dentro de bares os espíritos desencarnados no auge de seus vícios ficam ali para se alimentarem de tudo o que é consumido pelos clientes.

  26. jarbasantoniomaria

    No capítulo 8 eu viajei com a resposta do avô ao menino. A pergunta feita pelo garoto foi surpreendente: O rio sobe ou desce? Eu fiquei ansioso pela resposta e até pensei na resposta mais óbvia, e eis que lá vem outra coisa totalmente diferente daquela que eu imaginava.

  27. jarbasantoniomaria

    No capítulo 21 fala sobre um assalto no banco, será que isso foi verdade mesmo ou invenção do autor? Se foi invenção me convenceu. Lembrou-me muito os filmes policiais da década de 1980. Só não entendi porque ele gastou todo o dinheiro assim tão rápido se poderia ter investido.

  28. jarbasantoniomaria

    No capítulo 5 um mendigo pede fé ao invés de dinheiro para um pedestre. Fiquei imaginando como seria o desfecho desse capítulo e fiquei surpreso quando terminei de ler. O personagem Antonio usou uma forma eloquente para fazer com que o mendigo acreditasse que já tinha fé e não sabia. Fiquei encantado.

    Voltarei depois para falar um pouco mais sobre outros capítulos. Por enquanto estou só degustando o que já li.

  29. jarbasantoniomaria

    No Capítulo 16, ri muito com a inocência do menino Paulinho com medo de o rio ter levado sua alma embora, e fiquei maravilhado com a destreza da Celestina, a aprendiz de feiticeira fazendo seu feitiço para resgatar a alma do garoto.

  30. jarbasantoniomaria

    No capítulo 15, A Bruxa da Rua Quatro, senti uma certa saudade do tempo de criança quando eu e alguns amiguinhos tínhamos medo de uma mulher mal vestida que morava numa casa velha perto de nossa casa. Todos a chamavam de bruxa e que ela fazia sopa com as crianças mal educadas. Toda a molecada era mal educada naquele tempo, pelo menos na rua onde morávamos.
    Nesse capítulo eu achei interessante quando a velha bruxa transformou uma maçã podre em uma maçã sadia. E a família do personagem, toda aquela criançada, seria duendes?

  31. Eneida Fagundes

    Tenho muito o que falar sobre esse livro.
    Fui evangélica durante 8 anos e sempre vivi num regime onde as outras religiões eram consideradas “coisas do Diabo” e por isso eu nunca tive acesso a tais livros como os de espiritismo, umbanda, candomblé e etc. Após me desligar da igreja, comecei a ler alguns livros da Zibia Gaspareto até que cheguei a esse livro do Paulinho Dhi Andrade. O que mais me chamou a atenção não foi o fato do livro ter tema espírita e sim o fato do autor ser considerado ateu. O livro não se trata bem da doutrina espírita e sim da história do autor que se marginalizou a ponto de ser considerado um criminoso perigoso em sua juventude. Apesar de tudo isso, o que gostei muito no livro são as lições de vida que a história dá. A própria vida do autor mostra o quanto uma pessoa pode mudar da água pro vinho e vice-versa. Uma das passagens que chama muito a atenção é a Promessa do Ateu. Logo fiquei pensando: “Como um ateu poderia pagar uma promessa religiosa?” É, no final tudo se esclarece.
    Gostei muito do livro.

  32. Herculano Ramires

    Peguei esse livro emprestado de uma amiga, com muito custo, ela não gosta de emprestar livros, e li com muita calma. Gostei da história e gostei mais ainda da biografia do escritor. Eu ai escrever uma coisa aqui mas acabei esquecendo o que era. Quando lembrar eu volto pra deixar anotado aqui.

  33. vania

    Olhando minha biblioteca virtual, me deparei com o livro Eu Te Amo, Papai do Paulinho Dhi Andrade e apesar de o ter lido em março de 2022, me peguei o lendo novamente e experimentando todas as sensações que tive da primeira vez que o li.
    É um livro para ler e reler e que nos faz mergulhar em muitas reflexões e com certeza o leitor irá amar acompanhar toda a história que se inicia em 1775.

    Leiam o que alguns leitores postaram sobre esse livro.
    https://publisko.com/book/eu-te-amo-papai-31645/reviews

  34. Sidney Bomfim

    Achei interessante o autor publicar seu livro em braile para que os deficientes visuais tenham acesso à leitura. Espero que isso sirva de exemplo para que outros escritores também façam isso.

  35. Viviane Ferraz

    Vou iniciar a leitura, muito ansiosa, os comentários são maravilhosos…. Assim que ler deixo minha avaliação.

  36. claudemirbbatista

    Falar sobre o outro lado da vida é complicado, mas o legal da história não é o lado de lá e sim o lado de cá, onde os personagens vivem uma trama incrível. Escravidão, preconceito, uso de drogas, confrontos armados, desigualdade social, e também o lado filosófico onde se fala do amor, da amizade e do perdão.

  37. Maria José Nascimento

    Interessante, o ateu é um anjo sem asas? Meio fantasioso mas até que faz sentido. Sem falar que são mesmo os ateus que inventaram quase tudo no mundo e os religiosos usam para sobreviverem.

  38. Eneida Fagundes

    Gente, eu estava conversando com uma amiga sobre novelas e de repente ela mudou de assunto e começou a falar de livros, e adivinha qual livro ela tava lendo? Isso mesmo, eu te amo papai. Mas o livro que ela me mostrou tinha uma capa diferente, era uma moça na capa, depois lembrei que essa moça é a própria que narra a história. Eu disse pra ela guardar esse livro porque daqui alguns anos ele poderá valer muito.

  39. Viviane Ferraz

    A história é narrada por Thainan, iniciando 1775 quando ainda era uma indiazinha, desde então ela vem reencarnando, assim como seu pai e sua mãe, com intuito de cumprir uma missão. Apesar de a garota narrar a sua história e daqueles a quem ama, o foco principal da narrativa é seu pai, e todo o percurso em que ele transcorre até os dias atuais.
    Durante o desenvolver, somos apresentados por diversos personagens, bem como, múltiplas histórias, todas ligadas e correlacionadas. Há tragédias, superações, pendências a serem sanadas, final feliz, e tudo isso a cada vida transcorrida.
    Paulinho o personagem central (após muitas reencarnações) passou pelo mundo do crime, e pelas drogas, porém, com o tempo aprendeu que suas atitudes eram falhas e abandonou esta vida. Ainda jovem passou fome e por muitas dificuldades, sem nunca desistir, sempre foi de prezar a amizade, e cético com relação à Divindade, e por inúmeras vezes era aplacado por uma depressão profunda.
    O livro é extraordinário e brilhante, a escrita é simples e de fácil entendimento, tem aspectos de história, assim como, da atualidade. E cada peça do quebra-cabeça é preenchida de modo formidável.
    O enredo é impactante, complexo e perfeito. Em sua história, o autor soube mesclar de forma inteligente elementos de sua vida pessoal e cotidiana. Apesar do personagem se demonstrar ateu, nos traz ponderações com relação à fé, ao amor, e ao perdão. Faz com que o leitor repense certas atitudes, e reflita as convicções humanas. Simplesmente lindo e memorável.

  40. Viviane Ferraz

    A história é narrada por Thainan, iniciando 1775 quando ainda era uma indiazinha, desde então ela vem reencarnando, assim como seu pai e sua mãe, com intuito de cumprir uma missão. Apesar de a garota narrar a sua história e daqueles a quem ama, o foco principal da narrativa é seu pai, e todo o percurso em que ele transcorre até os dias atuais.
    Durante o desenvolver, somos apresentados por diversos personagens, bem como, múltiplas histórias, todas ligadas e correlacionadas. Há tragédias, superações, pendências a serem sanadas, final feliz, e tudo isso a cada vida transcorrida.
    Paulinho o personagem central (após muitas reencarnações) passou pelo mundo do crime, e pelas drogas, porém, com o tempo aprendeu que suas atitudes eram falhas e abandonou esta vida. Ainda jovem passou fome e por muitas dificuldades, sem nunca desistir, sempre foi de prezar a amizade, e cético com relação à Divindade, e por inúmeras vezes era aplacado por uma depressão profunda.
    O livro é extraordinário e brilhante, a escrita é simples e de fácil entendimento, tem aspectos de história, assim como, da atualidade. E cada peça do quebra-cabeça é preenchida de modo formidável.
    O enredo é impactante, complexo e perfeito. Em sua história, o autor soube mesclar de forma inteligente elementos de sua vida pessoal e cotidiana. Apesar do personagem se demonstrar ateu, nos traz ponderações com relação à fé, ao amor, e ao perdão. Faz com que o leitor repense certas atitudes, e reflita as convicções humanas. Simplesmente lindo e memorável.

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  41. Renan Oliver

    Comprei e amei demais…. Gostei demais. Ótima pessoa, ótimo amigo e ótimo escritor . Parabéns e muito sucesso

  42. Renan Oliver

    Gostei demais. ótimo escritor, ótimo amigo e ótima pessoa. Parabéns e muito sucesso

  43. Herculano Ramires

    Lembrei-me de uma coisa e gostaria de perguntar ao autor. Pelo que percebi, o autor sofre de depressão, certo? Pois o motivo que o fez escrever o livro foi uma vontade louca de cometer suicídio, e eu pergunto, Paulinho, você faz tratamento médico? Se faz, percebe se está tendo resultados? Pois eu também sofro desse mal, e vivo me dopando de remédios. Tem hora que dá vontade de largar tudo pra trás… Agraeço se puder me responder.

  44. Eneida Fagundes

    Esse livro merece uma continuação. Eu estava relendo alguns trechos e pensando em certas situações que vivi. Lembrei de minha infância, onde eu poderia até dizer que fui muito feliz devido as brincadeiras da época e do lugar também. Lembro de meus irmãos e meus primos brincando com suas pipas sem correrem risco algum de se machucarem ou de machucar alguém, bem diferente de hoje em dia. Lembro quando eu ia pra igreja com minha família e era para louvar a Deus, o que hoje parece não acontecer bem da forma que se deveria ser. Não sei porque mas esse livro mexeu comigo.

  45. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    Estou me sentindo muito contente. No dia 03 de agosto de 2023, entreguei, em forma de doação, 90 livros escrito em braile, para as bibliotecas, CEUs e escolas públicas da Região Leste de São Paulo onde moro. O projeto foi contemplado pelo Edital Múltiplas Linguagens da Secretaria de Municipal de Cultura do Estado de São Paulo. Minha intenção com o projeto é levar literatura para as pessoas com deficiência visual e de baixa visão, dando-lhes a oportunidade de ler um livro. Além de atender a inclusão estou também divulgando meu nome de escritor. E torço para que muitos autores também pensem e atuem assim como eu fiz.
    Muito obrigado a todos que leram meu livro. Muito obrigado aos apoiadores diretos e indiretos. Muito obrigado ao Edital de Múltiplas Linguagens da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

  46. Lucivania Araujo Lima

    O que podemos aprender com um livro a partir de uma escrita forte baseada na vida do autor.
    Quando o livro é baseado na vida do autor a ansiedade aumenta e a admiração também.
    O livro está lindo, a diagramação muito legal e gostei muito da qualidade do livro feito pela UICLAP.

    Assista a resenha do livro no meu Canal Vaninha Livros:
    https://www.youtube.com/watch?v=r78P7QXq4w8

  47. Vaninha e Livros

    O que será que faríamos se nos encontrássemos no “fundo do poço”, sem alento, desacreditado e depressivamente sem nada a esperar do mundo? Paulinho Dhi Andrade escreveu um livro chamado “Eu te Amo, Papai”.
    O livro, traz personagens que nos convida a absorver perspectivas que vão além de religiões e convicções. 
    Perpassando por várias gerações numa progressão de tempo o personagem Paulinho e a protagonista Thainan se comunicam com os leitores de forma envolvente e até carinhosa o que ameniza as situações intrincadas da vida de Paulinho.
    É perceptível que o enredo se mistura com a vida do autor fazendo-nos viver uma profusão de sensações que nos aproxima e nos cativa a refletir sobre a vida e o quanto a literatura contribui em sua totalidade para superar dores e nos reinventarmos.
    Com a mente aberta e desarmados de qualquer tipo de conceitos, essa leitura é bem aproveitada para ampliarmos a nossa sensibilidade e conhecimento no concernente a fragilidade humana.
    A editora UICLAP caprichou na edição do livro que ficou lindo, com a diagramação e material muito bom no qual os leitores se sentem confortável com a leitura.
    O autor Paulinho Dhi Andrade, apesar de tantas dificuldades, ele superou através do seu talento e da ajuda da literatura, assim, nos entregando uma obra forte e comovente.

    Assista a resenha em vídeo do livro no meu Canal Vaninha e Livros:
    https://www.youtube.com/watch?v=r78P7QXq4w8

    Deixo a aqui o meu agradecimento a Publisko pelo espaço de organização e divulgação e o convite para que sigam as minhas redes sociais onde divulgo livros, escritores e partilho as minhas experiências como leitora. Venham juntar-se a mim no amor por livros e pela vida.

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  48. Sih Garcia

    _Acabei de adquirir meu exemplar diretamente das mãos do autor. Assim que eu ler volto aqui para dizer o que achei da história. _

  49. Gislaine Godoy

    Terminada minha leitura de 226 páginas, em uma imersão no mundo de Paulinho dhi Andrade, ao qual ele nomeou como “EU TE AMO , PAPAI”, só tenho a agradecer a honra e privilégio de ter conhecido sua obra!
    A sensibilidade e simplicidade da tua escrita é simplesmente, encantadora. Me levou a todas as cenas, me fez sentir o cheiro de chuva na terra molhada. Me fez rir e chorar. Me fez sentir vontade de viver as coisas simples de quem vem de família nordestina, como você e como eu. Me fez refletir, o quanto a vida é cheia de possibilidades.
    Que o suicídio, tão vivo em nossa sociedade atual, é marcado por histórias dilaceradoras. Me fez reviver os dias difíceis de meus tios, que foram consumidos pelos vícios e levados tão prematuramente a morte.
    Me fez agradecer por você, Paulinho não ter se entregado! Por ter desistido de partir e ficar! Agradecer a Thainan que trouxe toda sua realidade, tão docemente!
    Que você tenha cada vez mais, força para superar e lutar pelos seus sonhos! E ateu, tenha certeza, seria a última coisa que você seria em minha humilde e sincera opinião!
    Parabéns pelo livro! Parabéns pela sua história de vida e superação!
    Abraço afetuoso,
    Gislaine Godoy

  50. Andréa Arimathéa

    Que livro maravilhoso!
    Ele é extremamente muito bem escrito.
    O autor está de parabéns, pois é o tipo de história que consegue nos prender a atenção, cativar e envolver, dando vontade de ler sem parar.
    Adorei!
    Super recomendo.

  51. poetisadedeus2018

    Eu te amo papai … É de grande significância para pessoas amantes de reflexões que nos obriga a sair da zona de conforto e começar a ver a vida por outros ângulos…
    A escrita nos abraça de maneira tão encantadora que é possível sentir e absorver os sentimentos
    Indagações, resiliência, força, companheirismo, superação ,um amor que não se mede e outros ,descritos em cada capítulo!
    Recomendo muito!

  52. Eliane-Lita

    Papai, papai! Rosas brancas…

    Como nada é por acaso, este livro chegou até mim. Fui sorteada, que alegria, quando a sorte me sorri desta forma. Porém, algo muito forte nesta história, e, somente um depressivo para entender o que sente e o tormento que é essa doença.

    Em meio ao drama, há a recompensa:

    E que viagem! Um impulso para dentro do autor. Num mar revolto de emoções. Todo orquestrado entre os séculos, um emaranhado de almas algemadas, por seus laços de crescimento e evolução; por meios de várias e várias reencarnações.

    Em meio as dores, letras enfileiradas, nos dando a sensação de ler como se fossem poesias. De tão bem escrito e com toques líricos a suavizar o enredo. Com o foco no amor, família, união, aprendizado, conflito, ódio, amizade, cuidado… Mostrando nossa cultura, nossas raízes e costumes. E assim, dá-se um enlace de vida, de vidas. As rosas brancas de 1775, se arrastou pelos séculos… Com força, amor dolorido, sangue, e mágoa. Para desabrochar… Com a escrita sensível e perfeita do autor.

    Livro lindo, tocante, de grande coragem na transparência aplicada.

    Obrigada Autor!

    Sou Eliane-Lita, escrevi Meu Herdeiro à Família Mohrwaii, Romance-ficção, em e-book na Amazon e Kindle Unlimited
    https://a.co/d/hp8OkU6
    Instagram: @elianelita0

  53. Eliana Bauman

    O livro Eu te amo, papai, de Paulinho Dhi Andrade, é uma obra profunda e reflexiva que nos conduz através das complexidades das reencarnações e suas implicações em nossas vidas. Com uma narrativa envolvente, o autor explora temas universais como amores vividos, lutas, temores, medos e sofrimentos, proporcionando uma leitura que toca a alma e estimula uma introspecção significativa.

    A trama é construída de forma a nos fazer refletir sobre o que realmente importa na vida. Paulinho utiliza histórias de múltiplas vidas para ilustrar que cada existência possui um propósito e que as pessoas ao nosso redor têm papéis importantes, seja para nos ajudar ou para serem ajudadas. Essa visão espiritual e filosófica sugere que nada acontece por acaso, e que os desafios e triunfos que enfrentamos são peças de um quebra-cabeça maior.

    Ao mergulharmos nas vidas passadas dos personagens, somos convidados a revisitar nossos próprios passados e as relações que moldaram quem somos hoje. Essa viagem ao passado, proposta pelo autor, não é apenas uma retrospectiva de eventos tristes e difíceis, mas também uma oportunidade de compreender e superar questionamentos que carregamos no presente. O autor nos oferece uma perspectiva onde cada dor e alegria tem um significado, contribuindo para o nosso crescimento espiritual.

    A escrita de Paulinho Dhi Andrade é cativante e emocional, conseguindo mexer profundamente com nossas emoções e pensamentos. O livro é mais do que uma simples leitura; é uma jornada introspectiva que nos faz repensar nossas crenças e atitudes em relação à vida e às pessoas ao nosso redor. Através de suas páginas, somos lembrados da importância do amor, do perdão e da compreensão em nossas relações diárias.

    Eu te amo, papai é, portanto, uma obra que não apenas entretém, mas também educa e inspira. Recomendado para aqueles que buscam uma leitura que vá além do superficial, oferecendo uma visão mais ampla e sensível da vida. É um convite para olharmos para dentro de nós mesmos e descobrirmos a riqueza de nossas próprias histórias.

  54. Orlando Rodrigues

    Uma excelente obra de um excelente autor. Mais que isso, um artista promissor.

  55. Eliana Bauman

    Olá, Paulinho!
    Gostaria de expressar novamente minha admiração pelo seu livro “Eu te Amo, Papai”. Uma questão me intrigou durante a leitura e acredito que seria interessante explorar isso com você. Percebi nuances de crença na reencarnação em sua escrita, um conceito que geralmente está associado a perspectivas espirituais.

    Gostaria de saber mais sobre sua visão a respeito. Você se identifica como ateu? Se sim, como reconcilia essa visão com a ideia de reencarnação, que implica em uma jornada contínua do espírito para ajustamento e melhoria através de diversas vidas?

    Achei fascinante essa dualidade e acredito que ela enriquece ainda mais a profundidade do seu trabalho. Adoraria ouvir seus pensamentos sobre isso!

  56. beatrish.debarros

    Um livro emocionante com uma mensagem linda. O narrariva do autor é incrível, o autor traás uma hsitória envolvente e com muitos acontecimentos que nos fazem pensar e refletir sobre muitas siotuacoes. O amor de uma filha e tudo o que ela faz para ter seu pai de volta para Deus. Parabéns Pualinho Dhi Andrade seu livro é lindo e encantador.

  57. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    Respondendo a pergunta da leitora Eliana Bauman: 04/07/2024
    PERGUNTA:
    “Olá, Paulinho!
    Gostaria de expressar novamente minha admiração pelo seu livro “Eu te Amo, Papai”. Uma questão me intrigou durante a leitura e acredito que seria interessante explorar isso com você. Percebi nuances de crença na reencarnação em sua escrita, um conceito que geralmente está associado a perspectivas espirituais.
    Gostaria de saber mais sobre sua visão a respeito. Você se identifica como ateu? Se sim, como reconcilia essa visão com a ideia de reencarnação, que implica em uma jornada contínua do espírito para ajustamento e melhoria através de diversas vidas?
    Achei fascinante essa dualidade e acredito que ela enriquece ainda mais a profundidade do seu trabalho. Adoraria ouvir seus pensamentos sobre isso!”

    (Obs.: A leitora Eliana Bauman também é autora da UICLAP:) https://loja.uiclap.com/titulo/ua58716/
    Instagram: @eliana_bauman

    RESPOSTA:
    Olá amiga leitora Eliana Bauman, tudo bem?
    Em primeiro lugar, muito obrigado por ter lido meu livro e por demonstrar tamanho interesse pela leitura.
    Quanto a sua pergunta sobre o meu ponto de vista em relação a espiritualidade ao escrever um livro com tema religioso, o que posso lhe responder no momento é que o fato de eu ser ateu não impediu que eu escrevesse tal história devido a diversos fatores, um deles foi o fato de eu, mesmo não acreditando, ainda assim me pairam dúvidas a respeito da vida e sua sina. Quando fui criança a educação religiosa que recebi de meus pais e familiares provavelmente foi a mesma, ou ao menos parecida, que a de muitos de minha idade acima dos 50 anos. Em minha família sempre houve a mistura religiosa, umbandistas, candomblecistas, evangélicos e católicos, e possivelmente devido a isso eu acabei “pegando” um pouco de cada crença e misturando na minha vivência, e talvez por não ver resultados, efeito algum acabei por desacreditar de todas elas, incluindo no próprio Deus e no seu suposto Inimigo.
    Mesmo não acreditando em coisas além da matéria, ainda assim já vivi momentos inacreditáveis, tais como ver pessoas que já morreram, experiências fora do corpo toda vez que me deitava para dormir, pressentimentos ruins em relação a vida de entes queridos que acabaram morrendo em seguida e muitas outras coisas estranhas para minha falta de fé. Mesmo assim me mantive incrédulo, ainda mais depois de ser diagnosticado como esquizofrênico em algumas internações em hospitais psiquiátricos.

    Eu faço tratamento contra a depressão há muito tempo, e por várias vezes tive crises que me levaram a cometer certas atitudes contra a própria vida, atitudes que não chegaram a ser concluídas devido a interferência de terceiros. E foi numa noite em que eu, no ápice da tristeza, resolvi terminar com tudo e sem falha alguma. Então me pus ao computador para me despedir de algumas pessoas que julgava amar. Foi aí que tudo aconteceu… comecei a escrever coisas que eu nem sequer tinha conhecimento, coisas que eu nunca vivi, pois eu não nasci em 1700 e sim no ano de 1968, então eu não tinha como saber coisas vividas 200 anos atrás… de repente o que era para ser uma despedida foi se tornando em um livro com muitas páginas, e no que eu escrevia surgiam coisas praticamente absurdas sobre minha vida que para mim sempre fora desconhecida até que comecei a lembrar de meu pai e a partir daí veio as lembranças em que a partir de sua morte eu e minha família começamos a viver…

    No livro eu percebi que uso a reencarnação não como se eu acreditasse nela, pois até o momento eu não acredito nessa possibilidade e também não tenho explicação para isso. Percebi também que a reencarnação é usada para ligar as gerações da protagonista que narra a história como se fosse minha filha, a protagonista é uma amiga minha que por um determinado momento de nossas vidas eu cheguei a acreditar que ela havia sido minha filha, só não sei explicar o porquê de eu acreditar nisso.

  58. Eliana Bauman

    Interessante notar que, apesar de tudo que você vivenciou, você ainda se declara ateu. Quando ouvimos histórias de outras pessoas, podemos acreditar ou não, mas quando experimentamos algo por nós mesmos, é difícil negar, não é mesmo?

    Como você explica alguém nascer tão bonito, em uma família abastada, enquanto outros nascem como filhos de moradores de rua, sem beleza, sem bens, enfim, entregues à própria sorte? Você acredita que isso poderia ser uma questão de destino, karma, ou simplesmente as circunstâncias aleatórias da vida?

  59. Orlando Rodrigues

    Este livro aborda uma série de questões sociais. Como foi o processo de pesquisa para a produção do livro?

  60. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    Respondendo a pergunta da leitora Eliana Bauman: 07/07/2024
    PERGUNTA:
    “Interessante notar que, apesar de tudo que você vivenciou, você ainda se declara ateu. Quando ouvimos histórias de outras pessoas, podemos acreditar ou não, mas quando experimentamos algo por nós mesmos, é difícil negar, não é mesmo?

    Como você explica alguém nascer tão bonito, em uma família abastada, enquanto outros nascem como filhos de moradores de rua, sem beleza, sem bens, enfim, entregues à própria sorte? Você acredita que isso poderia ser uma questão de destino, karma, ou simplesmente as circunstâncias aleatórias da vida?”

    (Obs.: A leitora Eliana Bauman também é autora da UICLAP:) https://loja.uiclap.com/titulo/ua58716/
    Instagram: @eliana_bauman

    RESPOSTA:
    Cara amiga Eliana, não sei explicar o porquê de algumas pessoas nascerem afortunadas e outras não. A diferença social que vejo é devida a falta de conscientização humana na formação familiar que acaba acarretando um futuro mal planejado. O fato de uma pessoa já nascer afortunada pode ser devido seus antecessores ter lhe deixado algo pra ser bem aproveitado, e para os que não nasceram com tal “graça”, provavelmente não tiveram a “herança” para usufruí-la. Não acredito em forças do destino, pois se já nascemos predestinados, então que sentido tem a vida? Sendo assim, eu prefiro então me acomodar até o resto da vida. E se eu fizer isso, seria um destino? Acho que não. Tudo o que fazemos, parece ter um resultado, e tudo o que nos acontece, provavelmente é o tal resultado.

    Quanto a ser bonito, não entendi muito bem, seria beleza física? Se for isso, então temos uma boa explicação, a nossa formação genética.

  61. Paulinho Dhi Andrade (comprador verificado)

    Respondendo a pergunta do leitor Orlando Rodrigues: 21/07/2024
    Obs.: O Orlando Rodrigues é o criador e Presidente da ANEE-Associação Nacional de Escritores e Editoras; https://anee.org.br/)

    PERGUNTA:
    “Este livro aborda uma série de questões sociais. Como foi o processo de pesquisa para a produção do livro?”

    RESPOSTA:
    Caro Orlando, na verdade não houve pesquisa. O que me ocorreu ao escrever o livro, parece não ter explicação, pois eu passava por uma dificuldade muito grande, lutando contra a depressão, e certa noite, num momento de desespero, resolvi acabar com tudo. Pus-me ao computador com a intenção de me despedir dos amigos mais próximos e também da família, mas de repente algo estranho me aconteceu, comecei a digitar coisas que eu nunca vivi, mas que dava a sensação de ter vivido. Isso aconteceu até a metade do livro, a outra parte já tem fatos, pois eu relato as lembranças desde a época em que meu pai era vivo, por isso não precisei pesquisar nada, tudo ainda está guardado em minhas memórias.

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Eu Te Amo, Papai

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